COVID19

Para onde vamos e para onde devemos voltar as nossas atenções depois da crise pandémica?

 

A paragem total ou quase total da economia, está a começar a produzir os seus primeiros impactos, na vida das empresas e das famílias, e só mesmo lá para a frente se conhecerá a extensão dos danos e a sua profundidade no nosso tecido empresarial.

 

Se há momento em que as empresas foram colocadas à prova, este está, sem dúvida alguma, a ser um desses momentos.

 

Para já o panorama não é agradável, empresas paradas, trabalhadores em lay-off, perspetivas de vendas reduzidas a pó, compromissos financeiros a vencer-se, custos fixos para suportar!

 

Então para onde nos devemos virar?

 

Bom a pergunta não é fácil de responder, mas a primeira coisa que me ocorre é uma célebre frase de Mahatma Gandhi: “Nunca saberemos que resultados virão das nossas ações, mas se nada fizermos, certamente não existirão resultados”

 

Em primeiro lugar importa acalmar os ânimos, colocar a cabeça a funcionar, e perceber que o pânico não nos leva a lado algum!

 

É um excelente momento para refletir sobre a parte estratégica das nossas organizações, algo que nem sempre temos tempo para fazer porque simplesmente “o dia-a-dia come a estratégia ao pequeno-almoço”. Na verdade nos tempos frenéticos pré-surto, quase não sobrava tempo para refletir sobre caminhos, olhar as nossas organizações de uma perspetiva superior, avaliar o que estávamos a fazer bem, mas também e sobretudo o que de muito estávamos a fazer mal!

 

Em ciclos positivos de crescimento, vamos ignorando alguns sinais que nos vão surgindo, simplesmente porque não temos tempo para parar e refletir sobre eles! Só paramos nos semáforos vermelhos, mas não temos tempo para refletir sobre se os semáforos verdes, poderiam ser ainda mais verdes.

 

Então nesta fase mais parada do negócio é muito importante não perder tempo. Aproveitar para refletir sobre  (e tente desde já responder para si a cada uma destas questões):

 

  1. o que está menos bem, ou até mesmo mal no nosso modelo de negócio?
  2. que setores ou áreas de atividade estão a pesar negativamente sobre a rentabilidade da empresa?
  3. Quais as nossas forças e como as podemos aproveitar para enfrentar esta fase menos boa do negócio?
  4. Quais as nossas fraquezas e como as podemos combater?
  5. Que oportunidades (de certeza que existirão) podem vir na fase posterior do surto?
  6. Há oportunidade de negociar contratos e melhorar condições negociais? Muito provavelmente existirão gorduras que devem ser cortadas e outras que podem ser otimizadas

 

Então, nesta primeira fase há um trabalho estratégico importante a fazer! Mas este trabalho é apenas a primeira parte do desafio. A fase seguinte será certamente mais exigente e irá requerer um empenho constante de monitorização da evolução organizacional, um debate permanente sobre soluções.

 

Numa altura em que percebemos que ninguém tem uma bola de cristal capaz de prever o futuro, e que estes fenómenos biológicos, químicos, ambientais (cada vez mais frequentes) podem de um momento para o outro fazer colapsar toda a economia e os mercados, importa ter dentro das organizações pessoas/parceiros capazes de reagir de forma ágil às adversidades, colocando em marcha ideias e planos de ação para fazer face aos problemas, rapidamente.

 

Importa também ter ferramentas de gestão que permitam rapidamente perceber os problemas (análises de rentabilidades por centros de custo, análise de evolução de custos, deteção de oportunidades de melhoria), para garantir a sustentabilidade organizacional.

 

A MWM – CONSULTORES DE GESTÃO, LDA/GENUINE CHANGE conta com uma equipa de especialistas nas áreas financeira e de gestão, que trabalham com o objetivo de prestar um serviço de excelência, e que pretendem acompanhar os seus clientes nos ciclos de expansão e/ou contração.

 

Não deixe de pedir uma reunião connosco, no sentido de avaliarmos e definirmos um plano de ação para o seu negócio.

 

Primeiro, como reação, aproveitando as medidas governamentais em vigor, e em segundo lugar preparando as bases do seu futuro empresarial, numa lógica de médio prazo (construindo ferramentas de apoio à gestão e à tomada de decisão)!